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Nesse jogo entre Brasil e Tunísia (no qual o Brasil atropelou o adversário, aliás) vimos dois casos desagradáveis: banana atirada no campo e hino brasileiro vaiado. A gente tem que entender bem isso. O hino brasileiro foi vaiado pelo público e como o jogo em Paris, vi comentários de que "tinha que ser os franceses" ou vinculando o fato a outras pendências que o Brasil possui com o regime Macron. É como se a pessoa imaginasse em sua mente o estereotípico "Jean-Pierre" vestido de mímico e com uma baguete embaixo do braço. Eu diria que isso é um pouco de ingenuidade em relação ao mundo em que vivemos. O hino brasileiro, obviamente, não foi vaiado por franceses. Paris é um "caldeirão", sendo eufemista. E considerando que o Brasil enfrentou um time norte-africano, as vaias vieram do público, que era tunisiano, argelino, marroquino, como boa parte da população de Paris. Não muda muita coisa, mas a impressão que se tem é que tem muita gente que acredita em algum tipo de "solidariedade dos povos de cor" ou qualquer baboseira do tipo, uma espécie de espelho invertido de noções estapafúrdias de "internacionalismo branco" vigentes em alguns grupos racistas estadunidenses. Os norte-africanos não se identificam conosco e não têm motivo nenhum para se identificar. É a realidade. Para piorar, as massas imigrantes que ocupam hoje o território europeu são, em sua maioria, massas lumpem, com as devidas implicações no que concerne taxas de criminalidade e outros fatores. Eles desrespeitaram o nosso hino porque eles não têm respeito por nada. Se eles não têm respeito pelo país que os abrigou, vão ter por nós? O caso da banana arremessada cai na mesma lógica. Muito provavelmente foi o comportamento de algum vândalo lumpem, sem respeito por nada nem ninguém, com o objetivo de desrespeitar por prazer e talvez até desestabilizar emocionalmente os jogadores brasileiros. Se foi apenas racismo puro também não há motivo para surpresa: os norte-africanos, em geral, não gostam dos negros. Nada disso deve necessariamente possuir implicações geopolíticas. O terceiro-mundismo é importante como parte da construção multipolar. E lumpem é lumpem em todo lugar (vide comportamento de brasileiros em Portugal). Mas precisamos entender que, nesse mundo, a maioria das pessoas simplesmente não presta.

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