Posted

0 replies · 0 reposts · 0 likes

A história do mundo futuro está sendo construída na Ucrânia e os brasileiros tiveram um papel muito mais importante do que muita gente recorda. Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhia estão voltando para casa. Mas se isso é possível hoje é também porque brasileiros sangraram lá em 2014 e 2015. O Maidan foi seguido por inúmeras atrocidades praticadas por civis inocentes no leste ucraniano. E isso foi testemunhado ao redor do mundo. Os brasileiros não ficaram insensíveis. Na época, criamos a Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrânia para ajudar a divulgar informações verdadeiras sobre os fatos conforme eles se desenrolavam. Logo, dando demonstração de valor, bem como protagonismo multipolar, brasileiros começaram a se reunir para ajudar os novorrussos em sua luta existencial, autêntica resistência a um projeto de genocídio planificado pela Junta de Kiev. Os 2 Rafaeis, Rodolfo (que ainda está lá), Luiz, Raul, Ronan, Dima e vários outros participaram ativamente dos combates tanto em Donetsk como em Lugansk, atuando como unidade de reconhecimento e sabotagem, como também na artilharia. Muitos dos brasileiros sofreram ferimentos. Felizmente, nenhum caiu em combate. Mas todos regaram o solo eurasiático com sangue brasileiro, selando pela ação um vínculo que deve perdurar pelas eras. Antes da maioria ele pressentiram que a questão ucraniana era central para o advento da multipolaridade e foram, portanto, lutar pela libertação do Brasil...na Ucrânia! Muitos brasileiros hoje, graças à militância dissidente, perceberam a situação. Mas quem, há 8 anos, tinha essa percepção? Com a humildade de testemunha, saúdo o papel do Brasil, através de alguns de seus nobres filhos, na luta pela causa dos povos travada nas frias estepes da Eurásia.

View this post on Gab